O retorno do Brasileirão em 2020

O número de mortes por coronavírus no Brasil está aumentando alarmantemente, com terça-feira, o primeiro dia em que o total de 24 horas superou 1.000, somando-se a um total nacional que está se aproximando de 18.000 e aumentando a pressão sobre os sistemas de saúde, com algumas cidades perto de ceder. Apenas os Estados Unidos e a Rússia têm casos mais confirmados de COVID-19 do que o Brasil.


Mas mesmo quando os números crescem no meio da pandemia, continua a haver um desejo em alguns quadrantes de que o Brasileirão 2020 retorne. Presidente Jair Bolsonaro não tendo feito segredo de seu desejo de ver o jogo Nacional do Brasil em andamento o mais rápido possível: "se dependesse do meu voto, eu aprovaria", disse ele já em 27 de abril.

Bolsonaro é um crítico de distanciamento social protocolos impostas pelos governadores em muitos do Brasil 27 estados, e sua administração tem se separaram com dois ministros de saúde-um foi demitido e outro renunciou -- em grande parte, porque eles eram a favor de tais medidas e o encerramento temporário de não essenciais da atividade comercial.

                                 


E assim foi para Bolsonaro que um par de gigantes do Rio de Janeiro olharam em sua tentativa de reiniciar o treinamento. Na terça-feira, os presidentes e principais diretores dos campeões nacionais e continentais Flamengo e seus rivais históricos, Vasco da Gama, reuniram-se com Bolsonaro em Brasília para o que foi descrito como um almoço informal.

A agenda a longo prazo era discutir como e quando o futebol poderia recomeçar. Isso tem uma série de complicações, como a estrutura federal do Brasil dando aos governadores dos estados o poder de determinar se jogos ou mesmo treinamento adequado podem ocorrer.


Além disso, há a complexidade do calendário futebolístico do país. Os primeiros meses do ano são dados para campeonatos estaduais, após o que o Campeonato Nacional de quatro níveis começa. Já é difícil encaixar nos fósforos, e uma pandemia torna tudo menos impossível.


Brasília tem oferecido seus serviços: o Estádio Mane Garrincha foi construído para a Copa do mundo de 2014 e foi o mais caro de todos os locais, mas tem sido subutilizado desde o torneio. Depois de receber uma oferta das autoridades locais, Flamengo e Vasco estão considerando levar jogadores, treinadores e suas famílias cerca de 600 milhas a noroeste.

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